Maduro’s devotion to Chavez: Unfinished business

FLICKING THROUGH TV channels, I sometimes stop on a programme called Long Island Medium. The storyline is: presenter and medium Theresa Caputo travels around the States meeting people whose loved ones died and left unfinished businesses in this world.

The families she meets need to hear a final word from their departed ones before they can resume their lives. So Theresa gives them a quick ‘reading’ and on they move.

The fact that many wouldn’t believe Theresa’s special power is for me beside the point: her crusade is not about hearing the dead, but empowering the living.

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O desafio de comunicar uma revolução sem um ‘Che’

CHE GUEVARA foi transformado em ícone global e as balaclavas do Exército Zapatista de Liberação Nacional (EZLN) do Estado de Chiapas, no México, já mostravam que o pop também está a serviço das revoluções contemporâneas.

Na Venezuela, ninguém como o chamado líder da autoproclamada revolução bolivariana se adequou tão bem a essa finalidade quanto Hugo Chávez.

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Um olhar sobre o ‘último referendo sobre Chávez’

MILHÕES de venezuelanos vão às urnas neste domingo em uma eleição presidencial que se converteu, como era previsto, em um referendo – póstumo e último – sobre os 14 anos da era Hugo Chávez.

Mesmo sem a presença física do líder da chamada revolução bolivariana, a devoção a ele foi objeto de bordões, gritos de guerra e material de campanha tanto quanto o nome do seu candidato que aparece entre as opções das 39 mil urnas eletrônicas mobilizadas neste domingo.

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